The Wall: Crítica à educação

     O filme “The Wall” retrata alguns traumas de Pink Floyd entre críticas sociais que nos fazem questionar sobre a sociedade em si… como por exemplo a educação, que é representada por duas de suas músicas: “The happiest days of our lives” e “Another brick in the wall II”. Dando a mostrar que os professores já não se importavam com o “ensinar”, evidenciando o charme de cada um de seus alunos e sim, com o transformá- los em clones que deveriam viver todos sob o mesmo princípio, sem sonhos, desejos ou obstinações próprios. São casos, em que o educador acaba adquirindo um papel inverso, servindo apenas como uma ferramenta opressora que limita a capacidade de pensar de seus alunos.

     Vivemos num mundo, em que opiniões são sempre expostas, por meio de protestos de discentes, greves de trabalhadores,…tudo isso, é o fruto de algum tipo de educação, seja em casa, na escola ou mesmo na rua. Novas ideias nem sempre são bem aceitas, apesar de sua boa intenção, assim, é necessário ter espírito de luta para passar por vários obstáculos da vida. Porém, levando em conta que nada se vence sozinho, os professores costumam ter uma ampla influência sobre nós.

     Mas para que isso seja realmente benéfico a todos, numa sociedade democrática e pluralista, seria interessante que as escolas fossem integralmente públicas, de qualidade, adotando um mesmo padrão para que não ocorram desigualdades. Num governo que priorize verdadeiramente a educação como a base de formação de um cidadão, dando aos próprios alunos maior autonomia para lidarem com a sua melhor forma de aprender e superarem as suas fraquezas. Então, esses já poderiam sair formados com conhecimentos para colocá- los em prática numa área de seu interesse.

     Todo esse pensamento já foi posto em papel, o problema está no fazer acontecer, afinal o nosso costume é de se empenhar apenas no que é bom para nós mesmos, portanto, tornar essa questão abordada acima muito mais do que uma simples obrigação, em que o total de envolvidos possam sair lucrando, daria talvez o impulso necessário para esse “plano” tornar- se realidade.
fonte: https://ocinefilodigital.wordpress.com/2011/01/26/analise-interpretativa-pink-floyd-the-wall-1982/

Haruka Ozawa, Contabilidade II

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